Renda Fixa Melhores CDBs para Investir em 2026: Ranking Atualizado 📅 4 de junho de 2026 ✎ Ana Carolina Giampietro 🕑 12 min de leitura Descubra quais CDBs pagam as…
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Melhores CDBs para Investir em 2026: Ranking Atualizado
Descubra quais CDBs pagam as melhores taxas em 2026 e como escolher o ideal para o seu perfil.
Em 2026, com a taxa Selic ainda em patamares elevados,
os Certificados de Depósito Bancário (CDBs)
continuam sendo uma das opções mais rentáveis e seguras da renda fixa. Neste guia atualizado, você encontra
o ranking completo dos melhores CDBs, aprende a comparar taxas, prazos e emissores — e descobre qual produto
combina melhor com os seus objetivos financeiros.
1. Como Escolher um Bom CDB em 2026
Antes de olhar qualquer ranking, é essencial entender o que faz um CDB ser “bom”. A taxa de retorno é
o primeiro critério que a maioria dos investidores avalia, mas ela está longe de ser o único fator relevante.
Um CDB que paga 140% do CDI em um banco
desconhecido pode parecer irresistível — até você perceber que o prazo mínimo é de 3 anos sem liquidez
diária, o que inviabiliza o uso do dinheiro em emergências.
O ponto de partida é classificar seu objetivo: você quer rentabilidade máxima no longo prazo, ou prefere
liquidez diária para a reserva de emergência? Cada situação pede um tipo diferente de CDB.
Para a reserva de emergência, dê preferência a CDBs com liquidez diária que paguem ao menos 100% do CDI.
Para objetivos de médio e longo prazo, CDBs prefixados ou indexados ao
IPCA tendem a entregar retornos superiores.
Critérios essenciais na hora de escolher
Taxa de rentabilidade: Verifique se o CDB é pós-fixado (percentual do CDI), prefixado (taxa
fixa ao ano) ou híbrido (IPCA + spread). Em 2026, CDBs pós-fixados acima de 110% do CDI já são
considerados competitivos. CDBs prefixados acima de 13% a.a. e híbridos com IPCA + 7% a.a. também merecem
atenção.
Liquidez: CDBs com liquidez diária permitem resgatar o dinheiro a qualquer momento. Já os CDBs
com vencimento fixo exigem que você espere até a data de vencimento para resgatar sem perda de rentabilidade.
Nunca imobilize dinheiro que pode ser necessário antes do prazo.
Prazo de vencimento: CDBs de curto prazo (até 12 meses) são indicados para metas próximas.
Os de longo prazo (acima de 2 anos) beneficiam-se da alíquota menor do Imposto de Renda: 15% contra 22,5%
para aplicações de até 180 dias. Essa diferença de IR impacta diretamente o rendimento líquido.
Sólidez do banco emissor: CDBs são cobertos pelo
Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira,
com limite global de R$ 1 milhão. Mesmo assim, prefira emissores com boa saúde financeira. Consulte os
relatórios de risco disponíveis na B3
e no próprio Banco Central.
Investimento mínimo: Alguns CDBs de bancos médios oferecem as melhores taxas, mas exigem
aplicação mínima de R$ 1.000 ou até R$ 5.000. Já plataformas como XP, Rico e Nubank permitem
investir a partir de R$ 100 em alguns produtos.
se houver, a taxa de administração da plataforma. O rendimento bruto anunciado pode ser bem diferente
do valor que efetivamente cairá na sua conta. Confira a tabela regressiva de IR em
Receita Federal.
Outro ponto relevante em 2026 é o cenário macroeconômico. Com a Selic em patamares elevados, os CDBs
pós-fixados tendem a ser mais vantajosos do que os prefixados. Porém, se o mercado sinalizar queda de
juros no horizonte, travar uma taxa prefixada competitiva pode ser uma decisão inteligente — especialmente
para quem tem objetivos de médio prazo como a compra de um imóvel ou a formação de patrimônio.
Saiba mais no nosso guia sobre
melhores investimentos para iniciantes.
2. Os Melhores CDBs de Curto Prazo
Para quem precisa de dinheiro disponível em até 12 meses, os CDBs de curto prazo com liquidez diária são
a principal escolha. Eles funcionam como uma conta de alta rentabilidade: você deposita, o dinheiro rende
diariamente e pode ser resgatado sem burocracia. Essa característica é especialmente útil para a
reserva de emergência, que deve estar sempre acessível.
Em 2026, os melhores CDBs de curto prazo com liquidez diária estão pagando entre 100% e 115% do CDI. A
diferença pode parecer pequena, mas em um ano ela representa centenas de reais a mais para quem tem
R$ 10.000 investidos. Para entender como o CDI influencia essas taxas, leia nosso artigo completo sobre
o que é CDI.
Destaques de curto prazo em 2026
Nubank RDB 100% CDI — liquidez diária: Tecnicamente um RDB (Recibo de Depósito Bancário),
mas com dinâmica semelhante ao CDB. Paga 100% do CDI com liquidez imediata, sem valor mínimo. É coberto
pelo FGC e indicado para reserva de emergência.
Inter CDB 110% CDI — liquidez diária: O Banco Inter oferece CDBs com liquidez diária pagando
até 110% do CDI para aplicações a partir de R$ 100. Uma das melhores combinações de liquidez e
rentabilidade do mercado em 2026.
C6 Bank CDB 110% CDI — liquidez diária: O C6 Bank mantém uma das taxas mais competitivas
entre os bancos digitais para aplicações de curto prazo. A plataforma é intuitiva e o resgate é processado
em D+0 para valores dentro do limite diário.
Banco PAN CDB 115% CDI — 6 meses: Para quem pode esperar seis meses, o Banco PAN oferece
taxas superiores. Com aplicação mínima de R$ 500 e vencimento em 180 dias, é uma excelente opção
para metas de curto prazo definidas.
Daycoval CDB 118% CDI — 90 dias: O Daycoval costuma figurar entre os bancos médios com
melhores taxas para prazos curtos. Com vencimento em 90 dias e aplicação mínima de R$ 1.000, é ideal
para investidores que já têm a reserva de emergência formada e querem rentabilizar um valor específico.
20%. Por isso, mesmo os CDBs de curto prazo devem ser avaliados pelo retorno líquido, não pelo bruto.
Além dos bancos digitais, plataformas como XP Investimentos, BTG Pactual digital e Rico disponibilizam
CDBs de bancos médios com taxas ainda mais altas. Nesses casos, o investidor tem acesso a um leque maior
de emissores em um único lugar, facilitando a comparação. Vale pesquisar regularmente, pois as taxas
são atualizadas com frequência de acordo com as condições de mercado.
3. Os Melhores CDBs de Longo Prazo
Para objetivos com horizonte superior a dois anos — como a aposentadoria, a compra de um imóvel ou a
construção de patrimônio — os CDBs de longo prazo oferecem as maiores taxas do mercado. Além disso,
quem mantém o investimento por mais de 720 dias paga apenas 15% de IR sobre o lucro, a menor alíquota
da tabela regressiva. Essa combinação de taxa alta e carga tributária reduzida resulta em retornos
líquidos muito expressivos.
Os CDBs híbridos indexados ao IPCA mais spread
são especialmente indicados para o longo prazo porque protegem o poder de compra do investidor. Em 2026,
ofertas de IPCA + 7% a 8% a.a. para prazos de 3 a 5 anos representam retornos reais (acima da inflação) muito
competitivos.
Destaques de longo prazo em 2026
Banco Master CDB 140% CDI — 3 anos: Um dos CDBs com maior taxa no mercado em 2026, o Banco Master
é um emissor que vem ganhando visibilidade nas plataformas de investimento. Com aplicação mínima de
R$ 1.000 e cobertura do FGC, é indicado para investidores que tolerem iliquidez durante o período.
Brús CDB IPCA + 8% a.a. — 5 anos: O banco Brús (antigo Banco Bonsucesso) costuma oferecer
CDBs híbridos com taxas reais elevadas. Para horizontes de 5 anos, IPCA + 8% ao ano é uma taxa
extremamente competitiva em qualquer cenário econômico.
Banco Sofisa CDB 130% CDI — 2 anos: O Sofisa Direto disponibiliza CDBs com taxas acima de
130% do CDI para aplicações de 2 anos. A plataforma é direta, o cadastro é simples e o investimento
mínimo é de R$ 1.
Caruana CDB Prefixado 13,5% a.a. — 3 anos: Para quem acredita que os juros vão cair nos
próximos anos, travar uma taxa prefixada de 13,5% ao ano por 3 anos é uma estratégia inteligente. O
rendimento real supera a inflação projetada com folga.
BTG Pactual CDB IPCA + 7,5% a.a. — 4 anos: O BTG Pactual digital é uma das plataformas
mais completas do país, com CDBs emitidos pelo próprio banco e por terceiros. O CDB híbrido indexado ao
IPCA com spread de 7,5% ao ano para 4 anos é um dos produtos mais procurados em 2026.
R$ 250 mil cobertos por CPF por instituição, você pode ter até R$ 1 milhão protegido em quatro
bancos diferentes. Essa estratégia combina segurança e alta rentabilidade.
Vale destacar que os CDBs de longo prazo são especialmente indicados para quem já formou a reserva de
emergência e está começando a construir patrimônio. A renda fixa de longo prazo pode ser o alicerce
de uma carteira diversificada, complementada por ativos de renda variável conforme o perfil do investidor.
4. CDB vs LCI vs Tesouro Direto: Qual Escolher em 2026?
Uma das dúvidas mais comuns entre os investidores de renda fixa é saber se o CDB é melhor do que a
LCI (Letra de Crédito Imobiliário),
a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) ou o
Tesouro Selic. A resposta depende
do prazo, do valor investido e, especialmente, da carga tributária de cada produto.
A principal vantagem da LCI e da LCA em relação ao CDB é a isenção de Imposto de Renda
para pessoas físicas. Isso significa que uma LCI que pague 90% do CDI pode ser mais rentável do que um
CDB que pague 110% do CDI, dependendo do prazo. Para comparar corretamente, é necessário calcular o
rendimento líquido de cada produto.
Comparação direta: CDB × LCI × Tesouro Direto
CDB: Tem IR regressivo (22,5% em até 180 dias, 15% após 720 dias). Oferece as maiores taxas
brutas do mercado, especialmente em bancos médios. Cobertura pelo FGC até R$ 250 mil. Pode ter liquidez
diária ou apenas no vencimento. É a opção com maior variedade de taxas e prazos.
LCI e LCA: Isentas de IR para pessoa física, o que eleva significativamente o rendimento
líquido. Porém, as taxas brutas são menores do que as dos CDBs. Além disso, em 2024 o prazo mínimo
de aplicação foi ampliado pelo CMN para 9 a 12 meses, o que reduz a liquidez. São indicadas para
objetivos de médio prazo com prazo mínimo definido.
Tesouro Selic: É o investimento mais seguro do país, pois é garantido pelo governo federal.
Paga a Selic diária e tem liquidez imediata, com venda a qualquer momento sem perda de rentabilidade.
A taxa é de 100% da Selic, sem premiação. É a referência para a reserva de emergência, mas pode
ser superado por CDBs com liquidez diária acima de 100% do CDI (que acompanha a Selic de perto).
| Produto | IR | Liquidez | Garantia | Taxa média 2026 |
|---|---|---|---|---|
| CDB | 15% a 22,5% | Diária ou no vencimento | FGC até R$ 250 mil | 100% a 140% CDI |
| LCI | Isento PF | Mínimo 9 meses | FGC até R$ 250 mil | 85% a 97% CDI |
| LCA | Isento PF | Mínimo 12 meses | FGC até R$ 250 mil | 85% a 95% CDI |
| Tesouro Selic | 15% a 22,5% | Diária (D+1) | Governo Federal | 100% Selic |
Em resumo: para a reserva de emergência, o Tesouro Selic e os CDBs com liquidez diária acima de 100%
do CDI são as melhores opções. Para objetivos de médio prazo (1 a 3 anos), faça a conta: compare o
CDB bruto descontado o IR com a LCI ou LCA isenta. Para objetivos de longo prazo, os CDBs híbridos
indexados ao IPCA costumam superar todas as alternativas de renda fixa em retorno real.
Não existe uma resposta única para qual é o melhor produto. O ideal é montar uma carteira diversificada
que combine diferentes produtos de renda fixa de acordo com seus objetivos, prazos e tolerância ao risco.
Leia nosso guia completo sobre
os melhores investimentos para iniciantes
para dar os próximos passos com segurança.
Ranking dos Melhores CDBs em 2026
A tabela abaixo reúne os principais CDBs disponíveis no mercado em 2026, com taxa indicativa, prazo e
banco emissor. Lembre-se de que as taxas são dinâmicas e podem variar conforme condições de mercado.
Consulte sempre a plataforma antes de investir.
| # | Banco Emissor | Taxa | Prazo | Liquidez | Aplic. Mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Banco Master | 140% CDI | 36 meses | No vencimento | R$ 1.000 |
| 2 | Caruana | Prefixado 13,5% a.a. | 36 meses | No vencimento | R$ 1.000 |
| 3 | Brús | IPCA + 8% a.a. | 60 meses | No vencimento | R$ 1.000 |
| 4 | Banco Sofisa | 130% CDI | 24 meses | No vencimento | R$ 1 |
| 5 | BTG Pactual | IPCA + 7,5% a.a. | 48 meses | No vencimento | R$ 100 |
| 6 | Daycoval | 118% CDI | 90 dias | No vencimento | R$ 1.000 |
| 7 | Banco PAN | 115% CDI | 6 meses | No vencimento | R$ 500 |
| 8 | Banco Inter | 110% CDI | Diária | Diária | R$ 100 |
| 9 | C6 Bank | 110% CDI | Diária | Diária | R$ 100 |
| 10 | Nubank | 100% CDI | Diária | Diária | R$ 1 |
| Taxas indicativas para junho de 2026. Consulte a plataforma para confirmar disponibilidade e condições atualizadas. | |||||
Checklist: Antes de Investir em um CDB
- Defini meu objetivo (reserva de emergência, meta de curto ou longo prazo)
- Verifiquei se o banco emissor é coberto pelo FGC
- Calculei o rendimento líquido já descontado o IR
- Confirmei a liquidez do CDB (diária ou apenas no vencimento)
- Comparei com LCI, LCA e Tesouro Selic para o mesmo prazo
- Verifiquei o valor mínimo de aplicação
- Consultei a saúde financeira do banco no site do Banco Central
- Diversifiquei entre emissores para maximizar a cobertura do FGC
- Li o regulamento do produto na plataforma antes de confirmar
- Entendi a tabela regressiva de IR da Receita Federal
Perguntas Frequentes sobre CDBs em 2026
O CDB é considerado um dos investimentos mais seguros do Brasil. Ele é coberto pelo Fundo Garantidor
de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira, com teto global de R$ 1 milhão.
Isso significa que, mesmo que o banco emissor quebre, você receberá de volta o valor investido mais
os rendimentos, até esse limite. Para valores acima disso, distribua entre diferentes bancos.
O único risco real é investir em um banco sem registro no Banco Central ou que não seja associado
ao FGC — o que é muito raro nas plataformas regulamentadas. Sempre confirme a regularidade do emissor
no site da B3 e do
Banco Central.
O CDB pós-fixado tem rentabilidade atrelada ao CDI, que acompanha de perto a taxa Selic.
Ele varia conforme a economia e é indicado para períodos em que se espera juros estáveis ou em alta.
O CDB prefixado tem uma taxa fixa definida no momento da aplicação, como 13% ao ano.
Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento, independente do que acontecer com os juros.
É vantajoso quando se acredita que os juros vão cair. Já o CDB híbrido combina uma taxa
fixa com a variação do IPCA (inflação), garantindo rendimento real positivo. Por exemplo, IPCA + 7%
ao ano significa que o investidor sempre ganha 7% acima da inflação, o que protege o poder de compra
no longo prazo. É a opção mais indicada para quem tem objetivos de 3 anos ou mais.
Depende do tipo de CDB. Os CDBs com liquidez diária permitem resgate a qualquer momento,
sem perda de rentabilidade — o rendimento é calculado proporcionalmente aos dias investidos. Já os
CDBs com vencimento fixo geralmente só permitem resgate na data de vencimento. Resgatar antes pode
significar vender o título no mercado secundário com deságio, ou seja, receber menos do que o
valor investido. Por isso, nunca invista em um CDB sem liquidez diária com dinheiro que pode ser
necessário antes do prazo. Verifique sempre as condições de resgate antecipado antes de confirmar
a aplicação.
Para iniciantes, a recomendação é começar com um CDB com liquidez diária de um banco digital
confiável, como Nubank, Banco Inter ou C6 Bank. Esses produtos pagam entre 100% e 110% do CDI,
têm investimento mínimo baixo (a partir de R$ 1) e permitem resgatar o dinheiro a qualquer
momento. São ideais para a reserva de emergência, que deve ser o primeiro passo de qualquer
estratégia financeira sólida. Depois que a reserva estiver formada (de 3 a 6 meses de despesas),
o investidor pode explorar CDBs com prazos mais longos e taxas maiores. Leia nosso guia sobre
os melhores investimentos para iniciantes
para entender os próximos passos.
Sim, os rendimentos do CDB são tributados pelo Imposto de Renda com uma tabela regressiva. O IR
incide apenas sobre o lucro (rendimento), não sobre o valor principal investido. As alíquotas são:
22,5% para aplicações de até 180 dias; 20% de 181 a 360 dias; 17,5% de 361 a 720 dias; e 15%
para aplicações acima de 720 dias. O IR é retido na fonte automaticamente pela instituição
financeira no momento do resgate, sem que o investidor precise declarar separadamente (exceto
na declaração anual de bens, onde o saldo investido deve ser informado). Além do IR, aplicações
com prazo de até 29 dias também são sujeitas ao IOF (Imposto sobre Operações Financeiras),
que é zerado a partir do 30º dia. Confira as regras completas na
Receita Federal.